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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Coke Babies

Demais ! Os Purchase Brother prometem...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Sexto Sentido (1999)

O doutor Malcolm Crowe (Bruce Willis) é um especialista em psicologia infantil e tem em suas mãos um dos casos mais difíceis de sua carreira. Crowe decide abraçar com toda sua garra o caso do jovem Cole (Haley Joel Osment) de apenas 8 anos, um garoto traumatizado por ter visões de monstros. O Dr Crowe ao mesmo tempo em que tenta ajudar o menino Cole também tenta esquecer-se de um antigo paciente que se suicidou em sua frente.

Assisti a este filme há mais de 10 anos atrás, e revendo ele agora, percebi que ele mudou a face do cinema americano. Quase ninguem se preocupava em fazer filmes de terror onde você tivesse que colocar pistas enigmaticos no decorrer do roteiro. Dai a importancia de um cineasta revigorado no cinema americano. Depois que Kubric morreu e a maioria dos grandes cineastas morrem de medo de flertar com o genero terror. Shyamalan nos mostrou que o cinema de terror americano não era inteligente, nem ao menos era capaz de arrecadar publico consideravel ao cinema.


quinta-feira, 22 de abril de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

CROSSOVER + JUNIOR LIMA

CROSSOVER + JUNIOR LIMA


Puta galera, uma doidera o som de Junior Lima, Amon Lima, e Julio Torres. Os caras deixaram a galera de piracicaba doidos nesse show na casa Vive LaVie.

Junior e Amon tocaram desde IPhone `a Nintendo WII. Fora os instrumentos convencionais: bateria, violino e percussão.







Confira as fotos piradas que a galera do Youngers tirou. E em breve, confira essa matèria doida em nosso programa.

































































































































































segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

LULA - FILHO DO BRASIL




Por incrivel que pareça, Lula - Filho do Brasil é um grande filme. Tirando alguns erros ediondos, como a mudança constante de sotaques dos atores e a preposição calcada em afirmar que Lula nunca foi comunista. Glória Pires, brilha sozinha, seguida bem de perto pelo maravilhoso Milhem Cortaz. Filmão, não é partidário, porém, o filme começa com uma piada bem sem graça. Esse filme não foi feito com leis de incentivo do governo. A gente ri, mas o filme é bom mesmo !

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009



Ricky

François Ozon adere ao realismo fantástico em historinha carola

04/11/2009Marcelo Hessel

Cineasta chegado num artifício, seja a quebra da narrativa em Amor em 5 Tempos ou a apropriação de gêneros em Angel, o francês François Ozon testa com Ricky uma ilusão diferente: o realismo fantástico.

Acompanhamos a história de Katie (Alexandra Lamie), uma operária francesa que começa o filme, bem ao gosto de Ozon, com uma charada: por que ela está diante de uma assistente social implorando, com a cara chupada de quem chora muito e dorme pouco, para que levem seu filho embora?

A trama volta alguns meses no tempo e agora, em tom de brincadeira, mostra Katie sendo acordada de manhã por sua filha, Lisa (Mélusine Mayance), como se a dona da casa fosse a menina. Desde esse começo percebe-se que há um núcleo familiar rachado ali: o pai de Lisa mora longe, Katie não parece muito a fim de assumir nada, e a filha vive com o peso da responsabilidade transferida.

Na fábrica, Katie então conhece Paco (Sergi Lopez), e logo engravida dele. Nasce Ricky, o bebê do título, que trará para o filme o elemento fantástico. Não convém aqui contar o que separa Ricky dos bebês normais, mas digamos que a sua presença "especial" age como efêmero catalisador de mudanças na casa.

A música de suspense, algumas situações de humor e muita maquiagem misturada com efeitos especiais garantem a atenção do espectador, enquanto Ozon transita, como sempre, no limite do que propõe (pintar as paredes do quarto da criança com nuvens é muito deboche...). No fim, porém, percebemos que Ricky poderia se chamar Lisa. A verdadeira protagonista da história é a irmã.

Não só porque há o ciúme natural de ser substituída por um novo filho, mas porque Lisa era quem mais sentia a quebra do núcleo familiar, e o tema que atravessa todo o filme é o da responsabilidade de gerir um núcleo desses. Ozon não só trabalha em cima desse ideal um tanto tradicional de família como se abre para interpretações religiosas - Katie é filmada sob a luz frenquentemente, e o bebê, sob essa leitura, seria uma manifestação divina. O clímax entre mãe e filho reforça essa impressão.

E não por acaso, quando Paco e Katie abraçam Lisa no final do filme, as mãos dos dois nas costas da menina formam o desenho de asas. Não só Ricky parece ser obra dos céus, Lisa também tem sua porção de querubim. Um tanto angelical, esse filme de Ozon.